Já refletiu sobre suas ações hoje?

por Posted on 23 Comments 3 min. de leitura 129 visualizações

Hoje vamos falar de um assunto um pouco diferente. Você já refletiu sobre suas ações hoje ou então alguma delas no decorrer da sua vida? Suas escolhas e decisões e o quanto suas experiências determinam os próximos caminhos a seguir?

Cada pessoa tem em si uma maneira única de ver o mundo e lidar com ele. Ademais, temos as nossas experiências de vida, convívio com familiares, amigos e conhecidos que balizam nossas concepções de vivência em sociedade. E com o advento das redes sociais temos até o aumento da influência dos ilustres desconhecidos (ou melhor), conhecidos/famosos. Desta maneira, e muitas vezes sem nos darmos conta, utilizamos esta bagagem nas nossas tomadas de decisões. E que ações são essas?

Tomando noção de si mesmo no mundo

Se no decorrer do nosso dia a dia pararmos para analisar, muitas vezes fazemos coisas que não eram de fato nossa intenção. É comum isto acontecer junto com um processo de procrastinação. Acabamos deixando de fazer coisas nossas, vontades que surgiram dentro de nós para fazer algo que nos foi induzido. Muitas vezes sem perceber! E, quando não a identificamos, acreditamos que é algo nosso. Entretanto, a ação é nossa, mas a ideia original não.

Já refletiu sobre suas ações hoje?

A forma mais escrachada de percebemos isso é quando nos deparamos com uma situação de bem e mal. Muito similar àquela cena de desenho animado, onde o anjinho e o diabrete surgem nos ombros. Acredito que nestes momentos é que temos um instante aparte do mundo e nos deparamos com o Universo que existe dentro de nós. “Devo postar ou não determinada frase/comentário? O quanto isto fará mal ou bem a alguém ou a muitos? Estou realmente certo em falar isto ou estou descontando as pressões que sofro durante todo o dia?” Etc, etc.

Refletindo suas ações …

“Ahh, mas onde você quer chegar com isso? Você está querendo me influenciar?” Pode até pensar assim, mas veja que já estou me adiantando e causando o efeito contrário. A intenção da postagem é justamente cutucar para que você tenha esta reação. Portanto, o fato de estar me questionando agora, já mostra que por um instante você começou a parar e pensar com um olhar mais amplo antes de sair agindo. Os níveis de prudência e empatia foram elevados!

Agora você está na fase de auto-conflito! Mas não bug! É um processo incessante e perdura a vida toda. Mas mesmo tomando um conhecimento e esclarecimento, não conseguimos mantê-lo ativo 100% do tempo. As coisas nos distraem mesmo, porém, quanto mais praticarmos, melhor. Numa conversa entre amigos, num comentário nas redes, numa mensagem para alguém, já estaremos com uma percepção melhor e poderemos dizer de fato significante.

Espero que tenham gostado deste post e comentem a respeito se tem interesse por mais textos assim, e será um prazer escrevê-los para vocês.

Até a próxima!

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23 Comments
  • setembro 2, 2019

    muito lindo
    adorei
    chorei
    e me inspirei!

  • Beatriz Andrade
    agosto 25, 2019

    Que legal ver esse post bem diferente do que costumo ver por aqui, adorei! Pode fazer mais que vamos gostar, sim!

    • Clayci
      agosto 26, 2019

      Vou pedir pro Di, ele adora fazer conteúdos reflexivos <3
      Obrigada Bea

  • Joanice
    agosto 25, 2019

    Olá

    Comecei a refletir sobre minhas ações depois de conviver com meus alunos e perceber que as ações são mais essenciais do que discursos sofisticados e portanto decidi ser mais sustentável através da alimentação e ensinar educação ambiental para a sociedade.

    Beijos

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Que ótimo saber disso, Joanice.
      Essas mudanças precisam de um ponto de partida a seguir da reflexão. Fico contente de saber disso também justamente porque envolve minha área profissional (sou gestor ambiental) e a educação ambiental é um dos, digamos, “princípios” ambientais para uma forma sustentável de se pensar e agir. Espero que você seja essa diferença na vida dos seus alunos.

  • Mari
    agosto 23, 2019

    Muito boa a reflexão que o texto trouxe, Diego. Gostei muito de todos os pontos que você levantou, acho que a intenção de dar uma cutucada foi alcançada. É com certeza algo a se pensar.
    Beijos
    Mari
    Pequenos Retalhos

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Parece que o objetivo foi alcançado com sucesso. kkkk
      Estamos sempre recebendo as cutucadas que a vida nos dá, né? Boa parte delas nos empurram e tiram da zona de conforto, enquanto outras são mais sucintas; todas válidas, na minha perspectiva.

  • PS Amo Leitura
    agosto 23, 2019

    Acho que a gente nunca analisa nossas ações, não de imediato. Acredito que depois de fazermos algo ou falarmos algo que não devíamos, por exemplo, é quando a “ficha cai” e vem o arrependimento. Às vezes pode ser tarde demais… Gostei do texto e acho que é uma excelente reflexão!

    Beijos,

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Concordo com sua primeira afirmação, porém, em parte! Há pessoas muito centradas nas razões e também muito meticulosas que pensam e repensam seus atos muitas vezes antes de pô-los em prática. Entretanto, mesmo fazendo por este caminho, dependendo dos resultados, pode haver sim o arrependimento. E pior, por serem tão meticulosas, essa frustração ou arrependimento pode ter um potencial impacto ainda maior do que se fosse para uma outro tipo de pessoa mais direta nas ações, ou ainda, uma ação que mesmo tendo consequência positiva, ainda seja sentida pela pessoa como algo frustrante, pois esperava-se mais. São pesos e pesos

  • milca abreu
    agosto 22, 2019

    uma ótima reflexão
    eu tento ao maximo me policiar no dia a dia, mas as vezes, como vc disse fazemos coisas das quais nem tinhamos intenção, mas fazemos
    amei ler esse texto e espero que tenha mais

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Tarefa árdua se policiar o dia todo assim. É demais para nossa condição humana de existir. Estamos sujeitos a muitas variáveis, situações e interações, com tudo e todos, que também são multivariados. Talvez mais do que se policiar, a palavra-chave seria ter rápida adaptação ou flexibilidade nas mais diversas situações, estando pronto para agir num momento como aquele.

  • Michelle Russo
    agosto 22, 2019

    Adorei a proposta do post, e gostei do incentivo sobre a reflexão de como agimos, geralmente entramos em conflito interior ao pensarmos sobre nossos atos e isso nos desperta para algo diferente por isso sou muito a favor desse tipo de texto, porque nos induz a ver quem realmente somos.

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      E ficar olhando para quem realmente somos é algo que nunca acaba porque estamos em constante mutação…. digo, mudanças e adaptações. O eu de hoje já não é mais o mesmo eu de ontem, e por aí vai. É uma processhttps://saidaminhalente.com/wp-admin/plugins.phpo ad infinitum.

  • Alice
    agosto 21, 2019

    Oiii Diego

    Realmente é importante refletir nas ações, coisa que a gente só para pra fazer quando reflete em algo grave, mas as coisinhas corriqueiras do dia a dia acabamos deixando pra lá, sem tentar sequer nos corrigir, mas é justamente os pequenos errinhos que ás vezes mais acabam depondo contra. Eu sou muito de falar o que vem na cabeça, nunca ofensiva, mas geralmente impulsiva, e já sofri por conta disso, por falar ou até confidenciar o que não devia. Aí fica de novo a dica de sempre repensar e parar um pouco antes de falar / fazer.

    Beijos, Alice

    http://www.derepentenoultimolivro.com

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Esse é um caso complicado, Alice.
      A condição da natureza da pessoa ser impulsiva, e por vezes “autopassar a perna” em coisas pequenas, mas que depois venham a pesar.
      Certamente não por má índole ou má intenção, mas apenas porque a pessoa é natural. Natural em ser espontânea, natural em não vero mal nos semelhantes ou ainda natural e pensar que todos são capazes de entender o que ela está falando e que isso não vai gerar nenhum desagrado. Mas a pessoa não pode se culpar, pelo contrário, precisa se compreender.

  • Maria Paula de Barros
    agosto 21, 2019

    Olá!

    É super importante a gente ter essa autoavaliação, primeiro porque nos situamos no mundo e segundo, porque nos situamos dentro de nós mesmos.

    Foi uma ótima reflexão!

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Adorei a colocação, Maria.
      Sintetizou bem o ponto central do texto.

  • Yelloobow
    agosto 21, 2019

    Já refleti bastante. Algumas coisas eu penso que posso modificar, outras não tem jeito, é enfrentar. Mas é sempre bom ter um tempo próprio para refletir e colocar em pauta nossas ações desagradáveis ou não. Podemos encontrar um saída de algumas e contornar outras.

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Exato. Temos aí o processo de melhoria com base na reflexão de nossas ações. A busca pela adaptação e flexibilidade nas mais diversas situações com as quais nos deparamos em nossas vidas.

  • Vivi
    agosto 19, 2019

    Pensar sobre minha ações é o que mais faço. Penso sempre antes de fazer, depois que faço fico pensando o que poderia ter feito diferente. Sempre tento fazer o melhor e o que gostaria que fizessem comigo. Adorei o post, muito reflexivo e interessante. Continue escrevendo.
    Bjos
    Vivi
    http://duaslivreiras.blogspot.com/

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Vivi, você é uma pessoa meticulosa então. Pondera bem os atos e considera como as pessoas vão encará-lo, logo, também é uma pessoa empática. Sendo assim, minha recomendação é que também seja complacente consigo mesma, pois está procurando sempre dar o seu melhor, ter a melhor fala e a melhor ação diante das circunstâncias.

  • lilian farias
    agosto 19, 2019

    Oi. Estou quase sempre refletindo sobre minhas ações, em cada fase da vida de forma diferente, com experiência e noções sobre a vida diferentes, então, essa reflexão ganha sempre novos rumos e maturidade, ainda bem… Gostei do texto, espero encontrar mais por aqui

    • Diego Lorenzo
      agosto 29, 2019

      Precisamente, Lillian.
      Trata-se de uma constante mudança rodeada pelo processo reflexivo que nos permite sempre procurar agir ou falar da melhor forma. E as experiências nos permitem ponderar de maneira mais eficiente tais reflexões.

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