Caraval #1 – Stephanie Garber

por Posted on 6 Comments 4 min. de leitura 24 visualizações

[penci_blockquote style=”style-2″ align=”none” author=””]Tudo o que você já ouviu sobre Caraval, não se compara à realidade. É mais do que apenas um jogo ou uma performance.É o mais próximo que você encontrará para a magia neste mundo. . .[/penci_blockquote]

Até onde você iria para realizar um desejo? Estaria disposto a tudo? Bem vindo ao Caraval, um lugar em que a realidade é deixada de lado para dar espaço ao improvável.

Scarlett e sua irmã – Donatella – vivem em uma ilha com o pai cruel e manipulador. Apesar da ausência da mãe, Scarlett sempre protegeu sua irmã mais nova colocando-a em primeiro lugar. Ela já tentou sair da ilha, mas não teve um final muito feliz e por isso aceitou o seus destino e ficava de olho em sua irmã para evitar que se metesse em encrenca. As irmãs cresceram ouvindo histórias da sua avó sobre o Caraval e isso fez com que despertasse o desejo delas de participarem do evento. Scarlet escrevia várias cartas para o ” Mestre Lenda“, mas nunca teve resposta.

Scar estava de casamento marcado. Seu pai havia arranjado um casamento com um homem que ela nunca viu na vida, porém, tinha esperanças que este noivo fosse a “liberdade” para as duas, pois depois desse casamento elas finalmente sairiam da ilha e iriam para um lugar longe do pai. Todavia (para a sua surpresa) Scar recebeu uma carta do Mestre Lenda, convidando-a para participar do Caraval este ano. Claro que apesar da felicidade em receber aquele envelope, ela não cogitou a possibilidade de ir, pois seu pai a mataria se soubesse. Até que sua irmã – e um marinheiro que estava na ilha – a convencem de fugir para participar do Caraval.

Não quero estragar a sua leitura. Quero que você descubra por conta própria como é o jogo. Contudo posso adiantar que o jogo dura 5 noites e o vencedor poderá ter um desejo realizado. Então já dá pra imaginar que os participantes estão dispostos a tudo, né? Acontece que Scarlett sente dificuldade em participar do jogo – ainda mais quando descobre que sua irmã se perdeu na ilha em que acontece o evento. Até o momento, seu objetivo era encontrá-la, mas descobre que seu sumiço faz parte do jogo e que se ela quiser salva-la (e voltar a tempo de se casar) terá que jogar e enfrentar as consequências.

Não citei no inicio da publicação, mas o marinheiro que a convenceu de participar do jogo se chama Julian e ele vai ajudá-la nos desafios. Scar não confia nele, pois sabe que ele também está jogando e que usou a duas irmãs para poder chegar até a ilha, porém sem a sua irmã presente, ela não tem ninguém com quem contar. Quem será que vai ganhar esse jogo e ter um pedido atendido pela Lenda?

MINHA OPINIÃO

Caraval possuí uma proposta legal. Amo fantasia e o mundo criado pela autora me animou. Começamos a história com impérios e ilhas, mas eles foram deixados de lado para que o mundo de Caraval surgisse. E por mais que esse mundo tenha me atraído, comecei a sentir um vazio conforme segui a leitura. São tantas mentiras, segredos e revelações que acabaram deixando a história cansativa. A história é feita de manipulações e estas acabam se contradizendo fazendo com a gente se sinta enganado a todo momento e esperando a explicação para aquilo, sabe? Claro que no final estas são apresentadas, mas até chegar ao desfecho eu já tinha me cansado. Para ser honesta eu me senti igual a Scarlett no final, sem saber pra onde ir. Acredito que isso varie de pessoa para pessoa, mas me causou esta sensação.

E por falar na personagem; Scarlett não me ajudou a entrar na história. Sua personalidade me incomodou diversas vezes. Ela tinha tudo para brilhar, mas sua preocupação constante me irritou. Demorou para que eu entendesse o papel de Julian na história (confesso). Ele se preocupou em acompanhar a Scarlett e a proteger dos perigo que surgiam, porém tem tanta manipulação na trama, que não sabia até onde acreditar nas sua intenções. Entretanto, perto do finalzinho do livro, comecei a amá-lo.

Os personagens que me conquistaram foram Tella (a irmã da Scarlett) e a Lenda. Tella é inteligente e desinibida e apesar de não ter “o melhor relacionamento” com sua irmã, ela a amava e a compreendia. Lenda, que é o mistério de toda a história, foi o motivo para que eu continuasse lendo. E olha que não descobri tudo o que eu queria sobre ele, mas pelo que entendi, teremos mais dele no próximo livro.

Recomendo a leitura por causa do ambiente criado pela autora. Apesar de ter achado alguns capítulos arrastados, gostei dos diálogos e do objetivo – e da magia –  do jogo.

Beijos

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6 Comments
  • Clayci
    maio 6, 2017

    Ai Ste eu gostei tanto do ambiente, mas a personagem principal.. SOCORRO auhaiuhauha

  • Kemmy Oliveira
    abril 28, 2017

    Oii! Ultimamente tenho ouvido falar muito desse livro, mas ele não me atraiu. Não gosto muito de fantasia, na verdade, e apesar de ter ficado curiosa sobre o tal jogo e os desejos que serão atendidos, ler sua resenha e descobrir que a narrativa se torna cansativa em muitos momentos me deixou desanimada. Claro que isso varia de pessoa pra pessoa, mas no momento não tenho pretensão de fazer essa leitura. No caso, quando lançar rs
    Muito legal ter acesso às obras antes de todo mundo, né? *-* beijos!

  • Desencaixados
    abril 28, 2017

    Olá,

    Estou vendo muitas pessoas tendo opiniões divergentes da história e da escrita do autor, isso para mim não é um problema, só aumenta a minha vontade de fazer a leitura de tirar as minhas conclusões. Eu adorei conferir suas impressões e complementar o meu conhecimento e entender da história! ?

    ? desencaixados.com

  • Cris
    abril 25, 2017

    Confesso que a sinopse não me animou a ler, na verdade, eu não entendi direito hahahahaha E depois, lendo a sua opinião, desanimei mais um pouquinho… Mas talvez um dia eu leia porque é bom ler um pouco de tudo, né?
    Beijos! =**

    • Clayci
      abril 28, 2017

      ahuhauhauhauha
      Cris ele parece ser confuso logo de cara, mas no decorrer da história vamos entendendo sobre o que se trata esse tal jogo rs

  • Jade
    abril 25, 2017

    Eu não consigo ler o nome dessa história sem pensar em carnaval, mas a proposta me interessou bastante. Espero só que não seja um jogos mortais da fantasia.
    Estou curiosa para lê-lo, apesar das críticas em questões de narrativa.

    Beijos

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