Olá, como vocês estão? Eu e o Di fomos na 25ª Bienal Internacional do livro aqui em São Paulo com os nossos amigos Weslei e Florencia (do Anexo Geek). Decidimos ir logo no primeiro dia (03/08, sexta-feira) e o evento estava super tranquilo (não sei se era porque estava chovendo) então deu pra aproveitar bastante. Não pegamos fila para quase nada e conseguimos visitar quase todos os estandes.

Combinamos de nos encontrar no metrô e chegamos lá por volta das 11h30min, pegamos chuva no trajeto, mas em compensação não tivemos que enfrentar fila, já que a entrada estava vazia no horário que chegamos. Eu não estava muito animada por conta do meu resfriado e essa chuvinha fez com que ele piorasse. Prometi não gastar muito com livros este ano e sigo firme e forte com a minha promessa; o meu objetivo era comprar quadrinhos e acabei voltando sem nenhum. No entanto, voltei com 6 livros que não estava procurando. Já que entrei nesse ponto, vou começar falando dos preços que encontrei por lá. Foram poucas as editoras que capricharam nas promoções, a grande maioria estava vendendo o valor de capa e o desconto oferecido eram os mesmos que estou acostumada a encontrar pelas lojas online. Então, para evitar de carregar peso, deixei para comprar apenas aqueles que estavam com um desconto bom. Chegamos perto do horário do almoço, mas paramos para comer mesmo por volta das 15h e decidimos ir de lanche (levei alguns petiscos na mochila). O combo que comemos custou R$28,00 cada e veio com um hambúrguer de cheddar e cebola, batatas fritas e refrigerante. Pensei que iríamos gastar mais, mas isso foi o suficiente.

 

Como o evento estava praticamente vazio, conseguimos passear pelos estandes e conferir sem fila o que as editoras prepararam para os visitantes. A Intrínseca ganhou o meu coração com esse estande cheio de livros e luzes, eles realmente pensaram e capricharam em todos os detalhes. Fiquei satisfeita com o espaço que eles montaram. E por falar nisso, achei uma pena, porque foram poucas editoras que investiram em cenários para interagir com o público. É claro que a grande maioria vai até a Bienal para comprar livros, mas é muito bom quando sentimos que a empresa planejou tudo pensando na nossa experiência. E não tinha muitas opções para fazer fotos, só nos estandes principais (os maiores) mesmo.

 

 

Outro estande que entrou para os meus favoritos desta bienal, foi a do Papel Pólen. Eles criaram um cenário tão aconchegante para fotos, que fiquei com vontade de ficar sentada naquela poltrona por um bom tempo (inclusive guardei a referência porque quero um espaço parecido na minha casa). O objetivo da empresa era mostrar a qualidade o papel e o quão confortável ele é para leitura. De acordo com o site deles: A diferença da linha de papéis não revestidos é o que o próprio nome já diz: a ausência de revestimento. Também conhecidos como offset, eles são feitos de fibra de eucalipto, compostos de celulose branqueada ou semi-branqueda. O papel Pólen recebe um tratamento diferenciado, resultando em um papel de tonalidade levemente amarelada, que valoriza o produto final com um belo acabamento, conforto para os olhos e maciez ao toque.

E se não me engano, eu devo ter saído em alguma emissora, pois estava escutando a explicação do expositor, quando as câmeras chegaram atrás de mim hahaha.

 

A Caveirinha estava presente no estande da Submarino este ano, porém não senti os descontos por lá. Queria comprar alguns livros da editora, mas comparando os valores com a Amazon, por exemplo (fiz isso com vários livros no dia), senti que compensava comprar online. No entanto, eles capricharam nos detalhes e na exposição dos livros. Fiquei apaixonada pelas caveiras que estavam por lá e fiquei com vontade de trazer uma pra casa.

Fui de Sonserina, na esperança de encontrar algum cenário temático na Rocco, mas não tivemos nada de interação com o público este ano. Não sei se deu algum problema, se foi falta de espaço ou planejamento, contudo só tivemos uma vitrine com alguns produtos da saga exposto. Também não vi nenhuma promoção que despertasse o desejo de comprar.

Resumindo a minha experiência na 25ª Bienal Internacional do livro, gostei de ter ido para encontrar meus amigos. Também conheci pessoas maravilhosas por lá! Finalmente conheci a Carol (da editora Fundamento), a Thaís do Pronome Interrogativo e a Dani de @oslivrosdedani. Pensei que iria me descontrolar e sair comprando tudo que aparecesse na minha frente, mas consegui me controlar e trazer somente aquilo que eu sei que vou ler.

Essas foram as minhas compras:

Yaki Delgado quer quebrar a sua cara – R$5,00
A Evolução de Calpúrnia Tate – R$10,00
Os Seis Finalistas – R$25,00 – passei raiva com esse livro, porque a editora colou um selo e deixou marcado
Cortem as cabeças – R$10,00
Jackaby – R$10,00
Alucinadamente Feliz – R$9,00

E você? Vai na bienal este ano?
Obrigada Wes e Flore pela tarde maravilhosa <3

 

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