Sinto que vai ser difícil escrever esta publicação. Mesmo sabendo que os sentimentos estão claros dentro de mim. Conviver sem o Spark não está sendo fácil e me convencer de que ele não estará mais aqui fisicamente é cruel. Quando adotei o Spark há 5 anos atrás eu não fazia ideia de como seria sua criação.

E mesmo não conhecendo a espécie, vê-lo dentro de uma gaiola em um petshop por tanto tempo fez com que eu sentisse vontade de mudar aquela situação. E não me arrependo! As chinchilas são animais amorosos e com personalidade própria. Aprendi muito com o Spark e gostei tanto da experiência de criá-lo que decidi adotar outro (quase dois anos depois).

Spark (meu pequeno faísca) fazia jus ao seu nome. Ele corria pelo meu quarto, pulava na minha cama, chamava a minha atenção e fazia de tudo para ganhar uma uva passa. E foi assim que eu percebi que as coisas não estavam bem: quando ele recusou aquilo que tanto adorava.

Identifiquei o problema dele com antecedência e fiz tudo que eu podia. Eu não desisti dele! E mesmo sabendo que fiz de tudo, me culpo porque na minha cabeça eu teria que ter feito mais. E é sempre na hora do adeus que pensamos o quanto mais poderíamos ter feito algo.

Está sendo muito difícil escrever essa publicação, porém sinto que desabafar com vocês faz com que eu me sinta mais leve. Colocar pra fora toda a dor que estou sentindo faz com que eu me sinta mais perto dele.

Preciso ser forte pelo Splinter e por todos os outros bichinhos que adotei. Mas quero que você saiba, Spark, que foi um prazer ser sua dona. Foram os 5 anos mais felizes da minha vida. Aprendi muito com sua personalidade e sou grata por ter recebido tanto amor. Me permito imaginar que está em um lugar melhor; rodeado de uvas passas e pulando de nuvem em nuvem.

Eu te amo muito e você sempre vai morar no meu coração.

2013- 2017

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