O  “Lado bom da vida“, está com mais de 150 mil cópias vendidas e ainda não li, optei conhecer o trabalho do Mathew Quick através desse livro e acreditem, li o  livro  em 3 horas.

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Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich.
Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto.
Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto.

 

Não tem como não se atrair pelo livro olha a sinopse dele, são tantos mistérios que a trama te prende por completo, você encerra a leitura conhecendo tão bem o Leonard que fica se questionando: “E eu? O que eu faria no meu último dia de vida?”

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Leonard tem uma vida um pouco complicada, possui uma mãe que não participa da sua vida, e um belo dia (em seu aniversário) ele decide matar seu ex-melhor amigo e depois se matar devido a um trauma na infância.
No decorrer da trama ele conhece uma pessoa pela qual se apaixona (completamente diferente dele) e cria uma afeição incrível pelo seu professor (que aliás sempre anda com camisas manga longa e nunca mostra os braços).

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O que mais gostei do livro é o dom que Leonard tem com as palavras, cria frases incríveis que nos faz refletir a respeito:

“Faça alguma coisa! Qualquer coisaPorquê você inicia uma revolução, uma decisão de cada vez, toda vez que respira.”

“Pense por si mesmo e faça o que é certo para você, mas permita que os outros façam o mesmo.” 

“Precisamos entender tudo? Talvez a arte exista para evocar sentimentos e emoções. Ponto final. Não para significar alguma coisa.

 

Recomendo a leitura 😉

Beijos,
Clayci

 

 

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