Mortalha da Lamentação 20 120

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Mortalha da Lamentação
I.S.B.N:
 9788581052649
Páginas: 176
Autor: Tommy Donbavand
Editora: Suma de Letras
Sinopse: 23 de Novembro de 1963. É o dia seguinte ao assassinato de John F. Kennedy  — e o rosto de pessoas mortas começa a aparecer por toda parte. O guarda Reg Cranfield vê o pai na névoa densa ao longo da estrada Totter Lane. A repórter Mae Callon vê a avó em uma mancha de café na mesa de trabalho. O agente especial do FBI Warren Skeet se depara com seu parceiro falecido há muitos anos olhando para ele através das gotas de chuva no vidro da janela. Então os rostos começam a falar e gritar. São as Mortalhas, que se alimentam da tristeza alheia, atacando a Terra. Será que o Doutor conseguirá superar o próprio luto para salvar a humanidade?

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Já faz tempo que não falo sobre livros aqui no blog! Eu disse nessa publicação aqui que participaria da maratona literária de inverno que o Victor do canal Geek Freak está promovendo. Mortalha da lamentação estava na minha lista e foi o primeiro livro que li. Seguindo o desafio “Um livro que você ganhou” na primeira semana Fantasias, Distopias e/ou Ficção Científica, vim falar o que achei da leitura aqui no blog.

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– Elizabeth Kubler Ross – gritou o Doutor. – Ela postulou que existem cinco estágios do luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. A gente discutiu na época , mas ela é que tinha razão. Está tudo no livro que ela publicou em 1969

A história se passa no dia 23 de novembro de 1963, um dia depois do assassinato do presidente dos Estados Unidos, John Kennedy (a série estreou nessa data também). Nela temos o 11º Doctor (desculpa, mas não consigo falar “Doutor”, coisa de whovians rs) e sua companheira, Clara. Com o mundo em luto algo acontece, rostos de pessoas mortas começam a aparecer e a capturar a mente das pessoas e o Doutor (como sempre) irá solucionar o mistério.

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– É do cérebro humano – disse o Doutor. – Quando uma emoção , a tristeza, por exemplo, é completamente erradicada da mente de uma pessoa, outra emoção aumenta para preencher o vazio e acaba dominando quaisquer outros sentimentos da pessoa, até controlá-la completamente.

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– Ah, a raça humana! – gritou o Doutor. – Não importa em qual planeta evoluem, vocês todos querem a mesma coisa: ajudar seus semelhantes. Que coisa maravilhosa!

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Eu adorei o livro! Quem me conhece sabe que sou fã de Doctor Who e ler essa versão do Tommy Donbavand me deixou com saudades do Matt Smith. A única que coisa que estranhei no início da historia foi a personalidade do Doctor, pois assisti todos os episódios com o 11º e no livro achei ele muito sério (apesar dele levar as coisas a sério, nunca o vi chamando a atenção de alguém), mas isso foi só nas primeiras páginas, logo depois consegui enxergá-lo muito bem. Achei incrível as referências de episódios usados no livro, Tommy mostrou conhecer bem a personalidade do nosso querido Doctor e arrisco dizer que ele soube reproduzir a história melhor que os roteiristas da série.

Ganhei esse livro do Diego!
Ganhei esse livro do Diego!

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Alguém ai já leu?
Beijos

Comentários

Comentários

Existe uma frase que consegue me descrever perfeitamente bem: “Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então“ (Alice no País das Maravilhas). Sou uma taurina que gosta de mudanças, estranho né?! Sempre gostei de fazer parte do que não conheço e nunca tive medo de arriscar naquilo que acredito. Sou Whovian, Sherlockian, Slytherin e Nintendista. Apaixonada por fotografia, livros, roedores, toys e miniaturas.

20 Comments

  1. Você fala tanto e com tanto carinho de Doctor Who que eu vou acabar assistindo.
    Mas me falta paciência para assistir séries. Com animes, livros ou mangás isso não acontece, mas com séries… Simplesmente não consigo, sempre acabo dropando, haha.

  2. Eu tenho medo de Doctor Who, hahaha. Medo no sentido de começar a assistir/ ver os livros e me viciar totalmente e sem volta, por isso eu fico enrolando e enrolando XD

  3. Chamar de Doctor, coisa de whovian ~super me identifico <3 rs
    DW é muito amor, estou louca para ler esses livros. Gostei de saber que o autor reproduziu melhor que a série, se a série já é maravilhosa imagino esse livro rs. Minha vontade de ler só aumentou 🙂

    1. mas não é? Falar Doutor é tão estranho… quando leio fico falando Doctor!
      Eu achei que o autor soube desenvolver bem a história, principalmente a ligação de personagens e episódios

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