Crítica: Knock Knock (10×04) – Doctor Who 3 78

Hello Sweet! Eu acho que já cheguei a comentar por aqui sobre a minha paixão pelo personagem Poirot da autora Agatha Christie (será?). Eu amo histórias policiais e apesar do Sherlock ser o detetive que ocupa o maior espaço em meu coração, Poirot também está dentro dele. Eu não só tive o prazer de ler as histórias dele como também assistir a alguns episódios de uma série que foi televisionada anos atrás. Mas por que estou dizendo tudo isso? Porque quando soube que o ator que interpreta Poirot (David Suchet) participaria de um episódio de Doctor Who, eu fiquei ansiosa e animada.

HÁ MUITOS SPOILERS NESSA PUBLICAÇÃO! Se você ainda não assistiu, volte aqui depois! <3

Knock Knock é o quarto episódio da décima temporada de Doctor Who e não pude deixar de fazer uma publicação para falar a respeito. Bom, primeiro que ao ler a notícia pensei que David faria um papel na mesma altura do senhor do tempo e quando vi que não foi bem isso que aconteceu, me decepcionei um pouco. Já cogitei a ideia do ator ser uma regeneração do Doctor? Já! Só que essa aparição mostrou que se esse sonho um dia se realizar ele está bem distante.

Bill e mais cinco amigos decidiram dividir uma casa e depois de muita procura acabam sendo surpreendidos com uma proposta estranha. Um cara esquisitão oferece uma mansão com um preço bem duvidoso, mas claro que os jovens não levaram em consideração o lado sombrio da casa e assinaram o contrato da locação. E quem ajuda a Bill na mudança? O Doctor usa a Tardis para transportar as coisas dela e logo de cara percebe algo errado na casa. A mansão era de madeira e algo levava as pessoas para dentro da parede. (loucura, né)

Sabe aqueles filmes de terror bem clichê? Knock Kncok possui todos os elementos para seguir a mesma linha. Temos um senhor estranho que aparece do nada, um ambiente completamente sombrio, jovens que deixam claro que vão morrer na primeira oportunidade que aparecer e alguém curioso querendo ir até o final para entender o que está acontecendo. Todos esses elementos foram bem utilizados e temos até um pouco de humor em algumas cenas.

Eu disse na minha publicação anterior que adorei a forma com que a nova companion foi apresentada, mas em Knock Knock conseguiriam jogar toda sua personalidade fora ao vermos que ela ignorou todas as possibilidades e destratou o Doctor. Claro que a intenção era mostrar que ela estava pronta para fazer as próprias escolhas, sem nenhuma interferência, mas depois de ter vivido tudo aquilo ao lado do Doctor e querer fechar os olhos não dá, né Bill?

Esse episódio tinha tudo para se tornar o meu favorito da temporada (até então), pois nele nós entramos na vida íntima da Bill e começamos a entender um pouquinho sobre o seu passado e vemos a preocupação constante do nosso Doctor, porém o desfecho da história fez com que eu sentisse que tudo foi improvisado. Knock Knock retrata a relação de mãe e filho e é aí que eu esperava mais de David Suchet. Eles tinham um PUTA ator no elenco e poderiam ter aproveitado essa participação ao extremo.

Não enxergamos coerência na história logo que ela começa, mas é Doctor Who, quem liga para isso? Já fui surpreendida várias vezes e acreditei que também me surpreenderia nesse episódio. Todavia valeu a pena ver meu amado Poirot nas telas novamente.

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Existe uma frase que consegue me descrever perfeitamente bem: “Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então“ (Alice no País das Maravilhas). Sou uma taurina que gosta de mudanças, estranho né?! Sempre gostei de fazer parte do que não conheço e nunca tive medo de arriscar naquilo que acredito. Sou Whovian, Sherlockian, Slytherin e Nintendista. Apaixonada por fotografia, livros, roedores, toys e miniaturas.

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