Crítica: Once Upon a Time (6ª Temporada)

Olá! Algum fã de Once Upon a Time por aí? Finalmente a Netflix liberou a sexta temporada no catálogo deles. Eu estava tentando acompanhar a série em tempo real, mas não tinha paciência para esperar o lançamento dos episódios. E esperar foi a melhor coisa que eu fiz porque passei raiva de uma vez só.

É tão triste quando perdemos o interesse por algo que costumávamos gostar, não é verdade?  Quando comecei a assistir #OUAT (por indicação do Di) estava curiosa para ver a desconstrução dos personagens dos clássicos da Disney. Eu ficava empolgada ao ver um mocinho virar vilão e vice e versa, mas para mim já perdeu a graça.

Se você não conhece a série, Once Upon a Time se passa em uma cidade chamada Storybrook. Nela vivem todos os personagens que conhecemos, mas sem o final feliz. A Rainha Má lançou uma maldição e fez com que todos os personagens perdessem suas memórias. Essa maldição fluiu bem, ao menos nas primeiras temporadas, pois era divertido descobrir quem era quem e acompanhar o desenvolvimento da trama.

Entretanto, a série ficou repetitiva e isso fez com que eu começasse a sentir interesse apenas nos novos personagens que foram entrando. Não tinha mais paciência para acompanhar os principais, pois eles me cansaram. Exceto o Rumplestiltskin/ Mr. Gold interpretado pelo Robert Carlyle. O personagem dele é o único que prende a minha atenção, pois gosto de ver ele entrando em conflito com a sua moralidade.

Crítica: Once Upon a Time (6ª Temporada)

Mas vamos falar da sexta temporada. Lembrando que essa publicação terá muitos spoilers. Se você ainda não assistiu pule essa publicação e volte depois para conversarmos.

O QUE ACONTECE NA SEXTA TEMPORADA DE ONCE UPON A TIME?

Na sexta temporada temos a Rainha Má como vilã principal. Eu admito que fiquei empolgada em vê-la novamente porque adoro essa versão que criaram. Graças a um feitiço, Regina conseguiu se livrar da sua metade ruim, todavia não contava que a parte má ainda estava “viva” e solta por aí.

Só que essa “separação” não trouxe novos propósitos para a Rainha Má. Seu objetivo era o mesmo: acabar com a felicidade da Branca de Neve e do Encantado. Mas para a nossa sorte essas pendências foram resolvidas na metade da temporada e isso deu espaço para uma nova vilã: a Fada Negra.

A Fada Negra quer destruir nossa salvadora Emma Swan e para que isso aconteça, ela usará o filho da Bela e do Gold. Inclusive devo admitir que eu demorei para entender o seu papel na série. Gideon foi um dos personagens que mais gostei, por ser imprevisível (até eu descobrir o porquê disso) e convincente. A Fada consegue lançar a sua maldição, porém deixa brechas para que Ema tenha a chance de ganhar.

SOBRE A NOSSA SALVADORA

O fato é que o objetivo da série é o mesmo das temporadas anteriores. Emma precisa salvar o mundo e depende do apoio dos familiares para que isso aconteça. A “Batalha Final” vai explorar ainda mais a sua infância e mostrar que sem a sua família a nossa salvadora fica completamente perdida.

Li que ela não estará tão presente na sétima temporada. Ela divulgou essa informação em seu instagram e disse que pode aparecer em alguns episódios. Já que estou abrindo o meu coração com vocês, sinto a necessidade de dizer que nunca gostei da Emma. Nas primeiras temporadas eu até senti empatia, porém a birra foi crescendo quando percebi que tudo que ela faz é com desconfiança e omite muita informação para as pessoas que a ama.

Tanto que nessa temporada ela admite estar cansada de mentiras e quer mudar isso (tivemos que esperar seis temporadas para isso acontecer). Não sei como será a série sem ela – afinal foi ela que deu início a tudo isso – mas sinto que os produtores acordaram e perceberam que Once Upon a Time perdeu o sentido.

Teve alguns personagens que me surpreenderam nessa temporada. Começando pelo próprio Rumplestiltskin que pela primeira vez optou fazer o certo e consegue finalmente o seu “final feliz” ao lado de Bela e seu filho. E que família complicada! O passado de Rumple é sombrio e fiquei surpresa quando descobri que seu destino era para ser diferente.

A boy would be born with great light magic. A child known as the Savior.

APESAR DE TUDO EU GOSTEI DA APARIÇÃO DE ALGUNS PERSONAGENS

Pensei que Mr. Hyde ficaria mais tempo nessa  temporada, contudo foi cortado na primeira oportunidade que apareceu e fiquei me perguntando como alguém como ele teve um final como aquele. Sei que serei criticada por alguns, porém como adoro a história O Médico e o Monstro gostei da escolha do ator para interpretá-lo.

E apesar de não me sentir atraída pela história de Aladdin, preciso admitir que essa adaptação chamou a minha atenção (mais até que a história original). Fora que tivemos uma pequena participação da Ariel.

Mas vamos lá, por mais que tenha aparecido algumas cenas legais eu me senti presa na série. Eu queria terminar os episódios logo para ficar com a sensação de “dever cumprido“, afinal são seis temporadas e não poderia abrir mão de uma série assim (ou deveria?). E estava aguentando bem até que: o que foi o musical nos últimos episódios? Nos primeiros minutos eu até gostei da ideia, mas me arrependi. Deu vontade de pular essa episódio de tão chato que estava.

E a temporada terminou com a série iniciou há seis anos atrás. Quando Henry era criança e foi atrás de Emma se apresentando como seu filho. Bom, agora teremos a pequena Lucy batendo na porta de Henry dizendo ser a sua filha.

Eu realmente não faço ideia de como será a próxima temporada. Já vi alguns spoilers pelo twitter, mas como vários atores sairão do elenco fixo, fico com um pouco de receio. Menos o meu mozão Capitão Gancho, né mores? O que significa que terei que confiar e assistir a sétima temporada, né amores?

O que acharam dessa temporada?

 

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