Crítica: Lucifer (2ª temporada) 0

Já começo essa publicação dizendo que este artigo poderá ter spoilers da primeira temporada. Mas vou me policiar e tentar soltar informações que não comprometa a sua experiência caso ainda não tenha assistido. Porém, se você não quiser se arriscar volte quando colocar a série em dia, ok?

Crítica: Lucifer (2ª temporada)Crítica: Lucifer (2ª temporada)

Não faz muito tempo que falei sobre a primeira temporada de Lucifer aqui no blog. Na verdade eu demorei um pouco para trazer a minha opinião sobre a segunda porque a terceira vai estrear no dia 02/10 (hahaha). Se você assistiu a primeira temporada que a Netflix disponibilizou (como eu) e está esperando a chegada da segunda no catálogo, recomendo buscar outra forma para colocar a série em dia, pois acho que vai demorar um pouquinho pra chegar por aqui.

Lucifer é uma série que consegue atrair a atenção de diversos públicos. É claro que ainda existe um pouco de preconceito por causa do nome que carrega, mas é uma série que te prende e faz querer assistir até o final. Se na primeira temporada Lucifer estava em conflito sobre o relacionamento com o seu pai, na segunda teremos a mãe dele presente e estragando as suas “férias” por aqui. Terminamos a primeira com Lucifer preocupado, afinal sua mãe fugiu do inferno e iniciamos a segunda com ele determinado a encontrá-la. 

E não será fácil conviver com ela. Lucifer desabafa sobre a sua relação com a mãe nas sua sessões com a Dra. Linda. Inclusive é nessa temporada que a Dra descobrirá a verdadeira identidade do nosso diabinho. Lucifer ainda se recusa a admitir os seus sentimentos e culpa o mundo por tudo que está acontecendo com ele. Claro que Eliis ajuda a dar sentido ao seu conflito interno, pois usa sua beleza seu talento e ar de sofisticação para dar destaque ao personagem.

Amenadiel tenta convencer Chloe de que Lucifer é uma fraude, isso tudo porque ela fica tentada em testar o sangue divino dele. Se na temporada anterior o diabo fazia brincadeiras em relação ao seus sentimentos pela detetive, nessa ele consegue ser honesto e deixar claro o que sente por ela. E o melhor é a reciprocidade. Finalmente ele consegue despertar algo na Chloe. Tanto que ao deixar esse teste de lado, ela afirma que precisa do seu parceiro e pouco importa o que ele é de verdade. (será?)

Mas ele ainda precisa descobrir porque a detetive o deixa vulnerável e sem o seu poder de imortalidade quando está por perto. E a atriz que interpreta a mãe/Charlotte (Tricia Helfer) de Lucifer é maravilhosa. Achei o papel dela bem trabalhado e deu um ar de suspense nessa temporada. Iniciei os episódios odiando a personagem, mas com o desenrolar na história senti empatia pela Charlotte (não me julguem).

Outra personagem que gostei de acompanhar foi a Mazikeen Ela está tentando descobrir o seu lugar aqui na terra e fica amiga da Dra. Linda. Nesse período ela decide dividir uma casa com a Chloe e por isso acaba passando mais tempo com a Trixie (filha da detetive). A relação entre elas é tão fofa, gente!

Eu gostei da primeira temporada, mas na minha opinião a segunda foi melhor. Tivemos a introdução de novos personagens e senti que os secundários tiveram mais destaques dessa vez. Acredito que o roteiro foi melhor trabalhado, pois na season anterior o foco foi conhecer o príncipe do inferno e a sua relação com os humanos. E mesmo ele vivendo um conflito e culpando o seu pai por tudo, os episódios foram parados por causa do drama familiar. Já na segunda temporada – por mais que esse drama continue – tivemos uma antagonista e isso deu um up.

Agora é esperar a terceira temporada. Já viram o trailer?

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Existe uma frase que consegue me descrever perfeitamente bem: “Quando acordei hoje de manhã, eu sabia quem eu era, mas acho que já mudei muitas vezes desde então“ (Alice no País das Maravilhas). Sou uma taurina que gosta de mudanças, estranho né?! Sempre gostei de fazer parte do que não conheço e nunca tive medo de arriscar naquilo que acredito. Sou Whovian, Sherlockian, Slytherin e Nintendista. Apaixonada por fotografia, livros, roedores, toys e miniaturas.

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