Não. Você não está lendo errado! Só agora que eu consegui sentar nessa cadeira para falar sobre A Bela e a Fera. Como as críticas que eu faço são apenas para registrar as minhas experiências, não desisti da ideia de trazer minha opinião sobre a live-action aqui no blog.

A Bela e a Fera estava na minha lista de filmes para assistir este ano. Eu amo a história e saber que a Emma Watson assumiria o papel principal me deixou ansiosa. Não vou dizer que minhas expectativas eram altas porque é difícil fazer uma releitura fiel, né? Porém posso dizer que saí satisfeita do cinema e com a musiquinha na cabeça.

Todos já conhecem a história, certo? Iniciamos o filme vendo como o príncipe se tornou a Fera e como foi amaldiçoado pela feiticeira. A Fera foi condenada a viver nesta forma até que conseguisse amar alguém (e ter o sentimento retribuído) antes que a última pétala da rosa encantada caísse. Bela é uma jovem considerada estranha em seu vilarejo, pois ela é inteligente e ama livros. Claro que isso acaba atraindo a atenção de Gaston, que faz de tudo para se casar com ela e por conta disso a vida dela vira uma bagunça.  Seu pai acaba sendo aprisionado pela Fera após roubar uma das rosas do jardim real para a sua filha. Ela tentou resgatá-lo, mas acabou tomando seu lugar e se tornou prisioneira da fera.

Eu achei a experiência maravilhosa. Li várias críticas negativas dando nota baixa para o filme, mas preciso dizer que me senti uma criança na cadeira do cinema (com a diferença que dessa vez eu cantei a música na hora da dança). Claro que foi involuntário a comparação da live-action com o desenho de 1991. Ao contrário de muitos eu consegui enxergar empatia por parte da atriz e achei que ela soube interpretar perfeitamente o papel da personagem. O meu medo era de como o Gaston seria apresentado ao público, porém fiquei tranquila quando vi a atuação do Luke Evans.

O que me incomodou um pouco foi a Fera. Enquanto eu assisti pude ver em suas expressões que ele estava confuso e não passava ameaça, sabe? Criaram uma Fera traumatizada – por causa da morte da mãe e os maus-tratos do pai – e ao invés de enxergamos como uma criatura que precisa se redimir para poder quebrar o feitiço, nós a enxergamos como vítima e achei que isso tirou a essência do conto. Deslocaram um pouco o foco, sabe?

Mas consegui aproveitar o filme com os outros moradores do castelo. Adorei o Lumière e Cogsworth animando a história, apesar de não ter sentido tanta empatia por Mrs. Potts e Chip, achei que eles não estavam combinando com o design do filme, pareciam desenho mesmo. E claro que todo o destaque foi para LeFoumesmo sendo o coadjuvante – pois sua paixão por Gaston é óbvia e fez com a história ficasse mais leve e divertida.

Enfim, não me arrependi de ter assistido. A sessão que peguei era dublada e achei que isso iria me incomodar, todavia na hora da dança eu adorei acompanhar a letra da música.

O que vocês acharam do filme?
Beijos!!!

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