a_conspiracao_mozart_1430164553446985sk1430164553bA Conspiração Mozart;
I.S.B.N: 9788539508167;
Páginas: 368;
Autor: Scott Mariani;
Editora: Fundamento;
Avaliação: 
Sinopse: Benedict Hope, ex-agente da SAS e especialista em resgate de vítimas de sequestro, descansa em sua casa quando recebe um telefonema de alguém de seu passado. É a linda e mundialmente famosa cantora de ópera Leigh Llewellyn, primeiro e único amor de Ben. Oliver, irmão de Leigh e melhor amigo de Ben, foi assassinado.Dias antes de morrer, Oliver fazia uma pesquisa sobre Mozart. E, entre os pertences de Oliver, Ben encontra uma carta comprometedora escrita pelo próprio Mozart e um vídeo onde homens encapuzados realizam um crime brutal. Quem são essas pessoas? Como Oliver conseguiu essa gravação? Atravessando a Europa em busca de respostas, Ben e Leigh refazem os últimos passos de Oliver e acabam no centro de uma conspiração e na mira de uma sociedade secreta perigosa, influente, manipuladora e corrupta.Qual é a ligação entre as mortes de Oliver e Mozart? Qual o mistério por trás da carta centenária? Ben Hope precisará enfrentar fantasmas do passado e assassinos impiedosos, cujo poder remonta há mais de dois séculos de existência. Uma missão suicida cujo desfecho pode mudar o destino político e social do mundo. A Conspiração Mozart um thriller alucinante que combina ação com História. Entre as torres de Oxford, os canais de Veneza e as ruas de Viena, prepare-se para viver perseguições de tirar o fôlego!

*Livro Cedido em parceria com a editora

ANTES DE LER ESTA RESENHA

indiceA Conspiração Mozart” é o segundo livro de uma série do autor Scott Mariani. O primeiro livro já foi resenhado aqui no blog e se chama “O segredo do Alquimista”. O autor é conhecido por misturar fatos históricos com fantasia. Apesar de ser uma série, as histórias são independentes e não interfere na leitura fora da ordem. Eles foram publicados pela Fundamento e é possível comprá-los com 30% de desconto no site da editora e usar o cupom de desconto que o blog possui em parceria. Esse cupom está na barra lateral do blog.

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Uma sociedade secreta. Uma carta centenária. Assassinatos. E Benedict Hope.

Ben Hope está de volta e já iniciamos a história com ação! Ele continua com o seu trabalho de resgatar crianças, mas um telefonema foi o suficiente para que ele se envolvesse em uma investigação perigosa.  E por quê essa ligação chamou a atenção de Ben? Porque se trata de nada mais e nada menos que o primeiro (e único) amor da vida dele. Leigh Llewellyn é uma cantora de ópera – super conhecida –  que pede sua ajuda ao descobrir que estava sendo perseguida.  O irmão de Leigh – e melhor amigo do Ben – foi assassinado dias antes e o nosso herói começa a investigar para saber se esta perseguição possuí algum envolvimento com a morte de Oliver.

[blockquote align=”left” author=”A Conspiração Mozart”]E sublinhara as palavras com caneta várias vezes até quase rasgar o papel. Era como se tentasse entende-las , fazer as palavras falarem com ele.[/blockquote]  Antes de falecer, Oliver, estava estudando sobre a morte de Mozart. Ele também era músico e quis investigar a respeito quando descobriu que possuía uma carta há tempos perdida assinada pelo próprio compositor antes de morrer. Sua suspeita era de que Mozart fizera parte de um grupo maçônico e que uma de suas composições – a Flauta Mágica – tenha deixado vários símbolos da maçonaria. Se realmente existia algo por trás desse trabalho, a ordem se irritou com a ousadia de Mozart e fez com que ele saísse de cena, fazendo com que sua morte fosse dada por causa de um envenenamento.  O que podemos entender no início da história é que Oliver estava prestes a descobrir a verdade quando fora assassinado.

Dessa vez Leight e Ben Hope deixaram as diferenças do passado de lado e começaram a estudar as causas da morte de Oliver. O que eles não faziam ideia era com quem estavam se metendo e o tanto de conspirações que iriam enfrentar antes de chegar ao verdadeiro culpado.

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Eu gostei bastante do primeiro livro, mas na minha opinião “A Conspiração Mozart” se desenvolveu melhor.  Apesar de não ser necessário ler as histórias em sequência, no segundo livro senti o personagem mais preparado para lidar com as situações.  No início conhecemos várias histórias (e épocas) diferentes e não conseguimos relacioná-las com o mistério, mas aos poucos é possível juntar as peças e entender as ligações.

Por ser um romance policial estou acostumada com a forma que as personagens femininas são usadas. Nesse volume, Ben está lidando com um amor do passado e apesar do autor deixar claro o sentimento existente entre eles, há vários conflitos nessa relação. Como de costume em um certo momento da história o amor da vida de Ben foi usada contra ele, para que se sentisse culpado e forçado a tomar uma atitude. Se você não está acostumado com esse tipo de leitura pode ser que você se incomode um pouco.

No mais, achei maravilhosa a forma com que o autor usou a morte de Mozart como pano de fundo. Lembro que na época da escola aprendi que surgiram várias teorias sobre a morte do compositor, porém a mais convincente foi a do envenenamento.

A única coisa que não me agradou foi o final. Se o autor tivesse terminado a história páginas antes de uma forma menos trágica teria sido melhor. Não sei se isso foi proposital para tornar o personagem principal mais sombrio no próximo volume, mas fiquei insatisfeita com o desfecho.

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Mesmo assim eu recomendo a história e estou desejando muito que a Fundamento publique a continuação.

Beijos

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