Andando por São Paulo

48º Toyo Matsuri na Liberdade

Allon-y! Como estão todos vocês nesse começo de ano? Recuperando as forças gastas em 2016? Espero que estejam todos bem e prontos para passar 2017 com força, fé e muita esperança.

No último dia do ano eu aproveitei que meu irmão iria no 48º Toyo Matsuri (Festival Oriental) no bairro da Liberdade, aqui em São Paulo, para ir junto com ele antes de passar a virada junto da Clay, aí pensei: Por que não unir o agradável ao útil ou vice-versa? E resolvi postar aqui no blog para vocês sobre esse festival, caso ainda não o conheçam. Apesar de rápido e bem movimentado, ele é bem divertido para se aproveitar ao fim do ano.

48º Toyo Matsuri

Trata-se de um evento um pouco diferente, pois ele se inicia no primeiro dia de Dezembro e mantém o bairro ornamentado durante todo o mês, findando no dia 31, junto da realização do Motitsuki Matsuri e este é o ponto chave do qual participei. O Toyo acontece desde 1968, datando da época em que o bairro da Liberdade foi oficialmente marcado como um bairro oriental unindo as cidades de São Paulo e Osaka como cidades-irmãs. O Motitsuki passou a ser celebrado lá desde 1976, tornando a cultura japonesa ainda mais próxima dos brasileiros.

Clássico adereço para proteger do sol

Motitsuki está associado ao bolinho de arroz tradicional do Japão, feito com um arroz mais duro e especial para este alimento, que, culturalmente, é preparado e consumido no primeiro dia do ano. Ele é flexível e firme ao mesmo tempo, simbolizando a perseverança; e ao também a união, uma vez que a família toda ajuda no preparo do mesmo, se revezando ao pilão de madeira onde é amassado por um longo período até atingir a consistência correta.

Moge Xintoista realizando preces para o novo
Selfie de recordação

Quem vai ao festival tem que ser rápido e chegar cedo, pois as filas são um pouco extensas. Há uma para a sopa, que deve ser consumida no local; e outra para o moti, que deve ser levado para se comer no dia seguinte como primeira refeição do ano. Ambos são distribuídos gratuitamente enquanto durarem. Eu consegui apenas o moti e, bom, ele não tem sabor algum e é realmente consistente, mas o panfleto que vem junto ensina a prepara-lo de uma maneira que facilita o consumo e deixa com um gostinho especial.

Taikô

Consegui capturar diversos momentos do festival, mas estava com muitas pessoas aglomeradas e não consegui fotografar o preparo simbólico do moti. Todavia a apresentação de Taikô ficou muito fácil e sempre que os ouço é de tremer todo. É uma sensação única toda vez.

Para finalizar, de acordo com o horóscopo chinês, 2017 é o ano do Galo. É hora de saldar um novo amanhecer. E aí, esse ano vocês pretendem passar lá no Toyo ao final do último mês? Então já deixa anotado na agenda!

Ano do Galo

 

Abraços

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16 comentários

Clayci 11 de janeiro de 2017 at 15:11

MENTIRAAAAA
vc preferiu ficar em casa bebendo..

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Clayci 11 de janeiro de 2017 at 15:10

Eu perguntei pro Di e ele disse que achou que estaria mais cheio..
Ou seja, fiquei sem resposta ahiuahhaiahuiah

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Diego Lorenzo 12 de janeiro de 2017 at 13:26

Eu falei que não estava tãããoooo cheio… estava razoável. Já vi aquele lugar muito mais cheio em outros eventos hahaha.

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izabella 10 de janeiro de 2017 at 15:34

Morro de inveja de SP que sempre tem esses eventos orientais. Ainda não conhecia esse festival e fiquei apaixonada, muito interessante e parece ser bem divertido! <3

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Ana Letícia Pinheiro Silva 6 de janeiro de 2017 at 10:04

Oii, sempre quis visitar o bairro da Liberdade, mas vamos dizer que a distancia entre Fortaleza e ele é um “pouquinho” grande. Porém se um dia eu conseguir ir para São Paulo, com certeza vou passar por lá, principalmente nessa época, porque seu post me deixou bem curiosa, além de ter adorado as fotografias.

Bye Bye.

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Diego Lorenzo 6 de janeiro de 2017 at 21:27

Obrigado, fico contente. A intenção era realmente esta, além de trazer este evento para o conhecimento de todos aqui. Se der certo e um dia conseguir visitar, aproveite bastante. O bairro da Liberdade tem diversos cantinhos ricos em cultura oriental.

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Jaqueline 4 de janeiro de 2017 at 19:25

Que incrível! Fiquei com vontade de ir! E que vergonha ainda não ter ido, dado que moro em SP também! Heuhe!
Adorei as fotografias! Obrigada por ter compartilhado! Beijo pra você e pra Clay!

4sphyxi4.blogspot.com.br

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Diego Lorenzo 4 de janeiro de 2017 at 20:45

Poxa, não fique assim, eu também ainda não havia comparecido nesse evento. É curto, porém é um bom programa para o último dia do ano. Se puder, tente ir agora em 2017.
Um bom ano para você, Jaqueline.

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Cinthya Barros 4 de janeiro de 2017 at 08:22

Gente moro do lado nem soube da festa que rolou amei, feliz ano do Galo Clay!

Beijos da Cih

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Diego Lorenzo 4 de janeiro de 2017 at 20:47

Se não fosse os prédios abafarem os sons do taikôs, certeza que você os ouviria ao anunciar o evento. Ele acaba ficando escondido em meio ao centro da cidade. Mas já pode anotar aí para o último dia deste ano. hahaha. Aposto que irá curtir.

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Sheyla - DMulheres 3 de janeiro de 2017 at 20:00

Amoreco
Amei demais, seu post sobre a Festa, acho interessante demais a cultura japonesa! Ano do Galo? Que bom, eu sou Galo !! hahah Será que meu ano vai ser bom? Amei as fotos, como sempre e seus pitacos sobre tudo são sempre interessantes.
Beijos e bom início de 2017!
?DMulheres?Instagram?

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Diego Lorenzo 4 de janeiro de 2017 at 20:49

Sim, ano do Galo. Tendências para mudanças, evoluções e conquistas em meio a um processo desafiante que irá requerer paciência por parte das pessoas para que ao final saia tudo nos conformes. Obrigado por passar por aqui, e ficamos felizes que tenha curtido o post.

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Grazy Bernardino 3 de janeiro de 2017 at 16:02

Adorei Clay! Muito bacana conhecer culturas diferentes. Por aqui não vemos tanto essas tradições de outros povos. As fotos ficaram maravilhosas, como sempre!
XoXo

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Diego Lorenzo 4 de janeiro de 2017 at 20:50

Obrigado. Mas poxa, pena que não tenha esses festejos, ainda que fosse um por ano, já seria muito divertido poder aproveitar e desfrutar de algo não muito comum. Se aproximar dessas culturas.
Abraços.

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AMANDA ALMEIDA 3 de janeiro de 2017 at 13:26

Oi diego, tudo bem?
Feliz ano Novo!!! Não conhecia o festival, mas fiquei muito curiosa, pois gosto muito de tudo que envolve cultura oriental, apesar de que não nego que geralmente quando tem festivais assim aqui em Brasília, 70% do meu ânimo para ir é por causa da comida rsrsr. Anotei a dica, se estiver em SP por essa época em algum ano, com certeza vou conferir.
Abraços,
Amanda

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Diego Lorenzo 4 de janeiro de 2017 at 20:51

OI Amanda, tudo sim e com você? Um ótimo ano pra ti.
Ahh então deixa anotado aí, vai que de repente dá certo. Mas aí em Brasília estou sabendo que rola bons eventos voltados para a cultura oriental, e cai entre nós, também adoro a parte da culinária. hahahaha
Abraços

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