1222_capa_11222;
I.S.B.N:9788539505326;
Páginas: 256;
Autora: Anne Holt;
Editora: Fundamento;
Sinopse: A 1222 metros de altitude, um acidente de trem. Uma impiedosa nevasca. Um hotel centenário. E um assassinato! Uma ex-policial, tão astuta e brilhante quanto sarcástica e antissocial, é a única pessoa capaz de solucionar o mistério da morte de um dos 269 passageiros de um trem descarrilado. Isolados do resto do mundo por causa da neve, uma atmosfera de medo, hostilidade e desconfiança instala-se no hotel onde eles se refugiaram. Mas a ex-policial Hanne não quer se envolver. Ela sabe que a verdade cobra um preço muito alto. Ao longo dos anos, sua busca por justiça lhe custou o amor de sua vida, sua carreira na polícia de Oslo e a própria mobilidade. No entanto, encurralada por um assassino e pela pior nevasca da história, Hanne – e os outros passageiros – não tem saída. Em uma situação extrema, as máscaras logo caem… E, nesse grupo, muitas pessoas não são o que parecem. Aliando sua capacidade de dedução a seu instinto, ela mergulha em um enigma difícil e surpreendente. Acompanhe todos os momentos dessa história envolvente e arrepiante. Você não vai conseguir parar de ler! “Uma fascinante história de investigação.” Der Spiegel (Alemanha) “Uma obra de arte do gênero, realmente não dá para parar de ler.” Skanska Dagbladet (Suécia) “Um prazer do início ao fim… uma história de suspense clássica, deslumbrante e brilhante.” Bokavisen (Noruega)

Quis ler este livro por três motivos: Eu gostei da capa ( e da sinopse). adoro histórias policias e quis conhecer a autora que foi comparada com a Agatha Christie. Não sei se já falei aqui no blog, mas eu adoro o personagem Poirot e a forma que a Agatha narra as suas histórias. Mas, quando terminei de ler 1222 fiquei triste por saber que se tratara do oitavo livro de uma série chamada “Hanne Wilhelmsen“. Não me senti perdida porque a série são de histórias independentes, mas fiquei com vontade de ler desde o início e espero conseguir isto em breve.

Anne Holt é uma  autora da Noruega e já ganhou diversos prêmios com as suas histórias.  Não li as demais, mas se eu for me basear em “1222” posso dizer que foi merecido. Ela soube criar um ambiente inteligente e com personagens bem desenvolvidos. Só não concordei com a comparação com a minha querida Agatha Christie, porque eu consegui – pelo menos nesta história – identificar o culpado antes da hora. Na início eu pensei que fosse algo óbvio demais, mas depois deduzi que a autora iria me surpreender e apresentar outros fatos. No final eu me senti o Sherlock Holmes, descobrindo o culpado e desvendando o crime junto com a personagem principal.

1222 6Iniciamos “1222” com um grande mistério: O trem número 601 – que ia de Oslo para Bergen – saiu dos trilhos devido a um fenômeno meteorológico. Haviam 269 passageiros a bordo do trem, e apesar de todos se ferirem apena um – o  motorista – morreu.  Devido ao ocorrido eles ficaram preços a 1222 metros acima do mar e tiveram que se abrigar em um hotel da região, até a tempestade diminuir e conseguirem ajuda.

Dentre os passageiros a personagem que se destaca é a Hanne Wilhelmsen.  Eu não sei se é porque comecei a história pelo último livro, mas a autora a descreve de uma forma como se a conhecêssemos.  Ela é uma ex-policial afastada devido a um acidente que a deixou paraplégica. Confesso que demorei para “gostar” da personagem por causa da sua personalidade, Hanne não gosta de se misturar e é muito reservada. Foi durante a história que fiquei conhecendo um pouco sobre sua vida pessoal, mas fiquei sem entender o motivo do acidente que ela sofreu.

[blockquote align=”left” author=”1222 (pág. 23)”]”Eu me interesso pelas pessoas, mas não quero que se interessem por mim. É uma situação muito difícil. Principalmente quando se está cercado de amigos e colegas e quando é preciso trabalhar em equipe – como na polícia. Quando atiraram em mim e quase morri, fiquei sem forças. [/blockquote]

Enfim, Hanne Wilhelmsen era a única capaz de desvendar um crime que aconteceu dentro do hotel enquanto eles estavam abrigados. Mas, ela não queria se envolver com a história porque ela já pagou um preço alto em querer saber a verdade – sua deficiência – dos fatos. Isso muda quando acontece o segundo homicídio, pois ela se sente responsável em solucionar o caso.

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No meio da trama vão surgindo novos personagens que ajudam Hanne a desvendar o mistério. O que mais gostei da história foi a forma da autora agregar conhecimento sobre outros países. Ela soube discutir sobre religião, etnias, culturas de uma forma interessante. Além de descrever todas cenas e pessoas de um jeito único, eu gostei de conhecer um pouquinho mais sobre Noruega.

Anne Holt soube me prender com a sua narrativa e espero conseguir ler os outros livros dela em breve. Por se tratar do gênero policial fiquei satisfeita.

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Alguém ai já conhecia a autora Anne Holt? O que acharam da história?!

Beijos

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